Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ANTINOMIA (Soneto)

*ANTINOMIA

Pudesse eu, não sentir por ti mais nada
O nada referido é afeição e carinho
Tivesse eu, no sentimento uma espada
Já teria cortado há muito do meu caminho

O cruel amor às penas ordenado
Se cego estava à simpatia e ternura
Que assim o amor me tornasse descuidado
Tão secreto foi o amor, quanto a amargura

Porém, desgosto maior não pode haver
Onde a esperança, deu lugar à fantasia
A falta que me faz, sentir o que sentia

Mudanças perigosas, dói o meu viver
Contrastes, onde se esconde a amizade
Que esmoladora deixou minha saudade.

São Paulo, 24/04/2005
Armando A. C. Garcia
                                       
*contradição entre duas leis ou princípios

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